sábado, 5 de maio de 2007

HEBREUS

Ativiadade Economicas



Os antigos hebreus cultivavam cereais, vinho e olivia para a produçao de azeite, principalmente as margens do rio Jordue no reino de Israel também se dedicavam á pecuaria, criando carneiros e cabras.
Foram grandes comerciantes, principalmente no reinaldo de Salomão . Faziam uso de moedas e praticavam o empréstimo de dinheiro a juros.

Cultura

Os hebreus destacaram-se por sua região e pelas suas brilhantes contribuições no campo da literatura.

quinta-feira, 3 de maio de 2007

cultura e religiao fenicia

Cultura e Religião

A constante presença de potências estrangeiras na vida cultural da Fenícia parece Ter sido a causa de sua pouca originalidade: as sepulturas fenícias, por exemplo, eram decoradas com motivos egípcios ou mesopotâmicos. Apesar de serem mais habilidosos que criativos, foram encontradas, na biblioteca de Ugarit, pequenas tábuas de argila contendo documentos administrativos, cânticos religiosos, hinos e textos mitológicos que trouxeram maiores informações sobre as crenças religiosas desse povo.

Os fenícios erguiam altares nas partes mais altas de suas cidades para sacrificar pequenos animais em oferenda aos deuses. Esses deuses representavam fenômenos da Natureza: Dagon representava os rios e anunciava as chuvas: Baal era o deus das alturas, tempestades e raios: Ayan e Anat, filhos de Baal, representavam as águas subterrâneas e a guerra, respectivamente. Os fenícios tinham deuses comuns, embora com nomes diferentes em cada local; por exemplo, na cidade de Tiro Baal era denominado Melqart.

historia fenicia

História

A civilização fenícia tinha uma cultura centrada no comércio marítimo. Entre os séculos X e I a.C., os fenícios criaram entrepostos comerciais ao longo de todo o Mediterrâneo, chegando às costas atlânticas da península Ibérica e norte da África.

Seus principais adversários comerciais, e consequentemente bélicos, eram os gregos, que paradoxalmente, são uma de suas primeiras e mais importantes influências (principalmente os micênios) sociais e políticas. Infelizmente, os fenícios não deixaram literatura ou registros escritos em materiais resistentes ao tempo, e por esse motivo o que se sabe da sua escrita provém apenas de curtas inscrições em pedra.

terça-feira, 1 de maio de 2007

EGITO

As atividades econômicas


  • A agricultura e a criação de cabras, carneiros, gansos, patos foram as atividades econômicas fundamentais para os egípcios. Cultivavam especialmente o trigo, a cevada, algodão, o linho e os legumes. Além desses produtos, havia também o papiro planta que lhes permitia a fabricação de um papel de ótima qualidade, além de sandálias, esteiras e cestas.
  • O Egito recebia produtos de outros povos orientais através, principalmente, dos comerciantes fenícios, que visitavam periodicamente as cidades litôraneas.
  • A atividade manufatureira era intensa. Eram produzidos de linho, armas, jóias, perfumes e artigos de cerâmica.
  • desenvolveram também a mineração, extraindo cobre uilizado na fabricação de armas e de diversos utensílios como: ouro e pedras preciosas.


Bruna Finger
Bruna Luana
Bruna Wiltgen
Graziela
Letícia
Sabrina.
Mauricio Klaus

EGITO

Questão econômica e política no Egito.

A economia egípcia foi fortificada nos primeiros anos dessa dinastia (305 a 221 a.C.), os primeiros Ptolomeus estruturaram economicamente o Egito implantando um sistema de circulação de moedas, adotando assim, o sistema comercial do mundo mediterrâneo, o qual permitiu que a economia fosse voltada para o comércio externo de mercadorias. Uma das criações de Sóter I foram as ''casas bancárias" que se espalhavam pôr todo o Egito. ''As casas bancárias trabalham em ligação com o "banco do Estado", cujo o papel não é unicamente comercial, mas como caixas públicos que recebem taxas, licenças, impostos em "talentos" (dinheiro) que administram-no e fazem-no multiplicar mediante a empréstimos, em benefício do Estado''. O desenvolvimento econômico voltado para agricultura estabeleceu uma admiração e cobiça dos outros povos do Oriente e principalmente do ocidente, pois a produção de cereais, árvores frutíferas, vinhedos e oliveiras faziam com que a economia egípcia se tornasse também uma potência econômica. A preocupação em manter o mesmo tipo de agricultura criado pelos faraós tinha a função de solucionar as cheias do rio Nilo, a qual aproveitavam para a irrigação das áreas mais afastadas.
A terra também servia como um sistema econômico de exploração onde a relação de propriedade estava distribuída em terra real, terra pertencente aos templos, terra dos clerucos e as terras particulares. No caso da terra real, o camponês poderia cultivar nas terras reais desde que pagasse 50% do produzido, já as cleruquias eram lotes de terra que os soldados recebiam quando não estivessem prestando serviço militar; as terras pertencentes aos templos eram utilizadas pelos escravos do templo que produziam para os sacerdotes. Para as terras particulares o rei procurava os oficiais do reino e contratadores, pois eram eles que garantiam a maior parte da produção vinícola.
No caso da política econômica externa, os Ptolomeus mantinham intensa atividade com Roma e Índia. A economia na cidade de Alexandria estava caracterizado pela posição geográfica, sendo o ponto terminal do comércio oriundo do Oriente, através do Egito e ponto inicial do comércio mediterrâneo. ''O reino alexandrino era administrado pôr um sistema incomparável de controle estatal centralizado, altamente lucrativo o qual representava um alvo particularmente atraente, devido a sua riqueza em cereais, ouro, cobre, ferro, pedras de construção e mármores, além do cultivo e exportação de papiro" O comércio passa a ter, em termos internacionais as seguintes características:''o Egito exporta o trigo e produtos originários da África e Índia'', onde a grande procura desses produtos, fez com que aumentasse a economia egípcia. Com os primeiros Ptolomeus esse comércio foi altamente favorável ao Egito, pois os lucros conseguidos no "tráfico de produtos" que passavam pôr dentro do país, fez com que eles instituíssem altas taxas tributárias.
As conquistas territoriais devem-se à intranqüilidade das outras cidades helenísticas que viviam em conflito desde a morte de Alexandre o grande, esses conflitos foram marcados pela ambição de certos generais como Antígono, Cassandro, Seleuco e também Ptolomeu Sóter do Egito que chega a conquistar a Cirenaica; já seu filho Ptolomeu Filadelfo conquistou o Chipre, Lícia e a Celessíria. Entretanto no período de Ptolomeu V Epifânio (204 a.C. a 181 a.C.) o Egito apresenta seus primeiros sinais de crise, tanto no plano econômico quanto no político. A partir de então, iniciaria uma profunda crise no Egito, datada de 205 a 51 a.C. Em grau evolutivo, a grande crise envolveria praticamente todos os futuros Ptolomeus e chegaria ao clímax com Ptolomeu Aulete, que para conseguir verbas teve que recorrer aos cofres romanos.


Bruna Finger
Bruna Luana
Bruna Wiltgen
Graziela
Letícia
Sabrina.
Mauricio Klaus

ÍNDIA

Estrutura Política:
Movimento pela independência
Em 1870 o movimento pela independência cresceu rapidamente, os jornais indianos passavam a fazer críticas ao governo. Os indianos acusavam o governo de omiti-los, deixar-los de lado, injustamente.
Queixavam-se, por exemplo, de que os ingleses não lhe davam as mesmas oportunidades de trabalho no governo.
O congresso Nacional Indiano (criado em 1885, com a aprovação da Grãn-Betanha) era usada para debates políticos, onde os indianos podiam discutir seus problemas. Seus membros eram de diferentes castas, diferentes partes da Índia e diferentes grupos religiosos. O congresso perdeu o apoio britânico quando começou a lutar por um governo autônomo.
No início do século XX(20) a violência entre indianos e ingleses começou, bombardeios e tiroteios de ingleses, como a divisão do estado de Bengala.
As reformas de Morley-Minto, aprovadas em 1909, ampliavam os conselhos legislativos, que passaram a incluir indianos eleitos pela primeira vez. As reformas também ampliavam o conselho consultor do vice-rei, que passou a incluir um indiano.
Em 1919, as reformas de Montagu-Cheemsford ampliavam bastante os poderes no legislativo das províncias. Os inglese também aumentaram o número de indianos que podiam ser eleitos para o legislativo central. Mas o vice-rei e os governadores ainda podiam vetar qualquer projeto de lei.
Os indianos achavam que as reformas não lhes havia dado poder o suficiente, os protestos aumentavam. A desobediência civil que se prolongou pela década de 1920 e início da década de 1930 levou os inglese a conceder aos indianos maiores poderes políticos. O ato de governar da Índia de 1935, criou uma nova constituição indiana, que atribuía aos legislativos das províncias o controle de sua legislação, cada governador deveria formar seu gabinete com membros do partido magioritário ao legislativo da província, previa que todos os indianos. Mas o vice-rei e os governadores mantiam o poder do veto sobre toda a legislação.

ÍNDIA


Pequena cronologia da Índia

Cerca de 1500 a.C = Os Arianos invadem a Índia.
500 a.C. 800 d.C = O Budismo tornou-se difundido, mas finalmente deu lugar ao hinduísmo.
326 a.C = Alexandre o Grande, invade a Índia.
320 a.C 500 d.C = A dinastia Gupta unificou o norte o monte da Índia.
1498 = Vasco da Gama, navegador Português, chegou a Índia
1526 = O império Mongol foi criado por Baber, governante mulçumano de Cabril que conquistou a Índia
1757 = A companhia Inglesa da Índia Ocidental assumiu o controle de Bengala, depois da vitória de Deivid Clive na batalha de Plassey.
1774 = Warren Hastíngs, o primeiro governador-geral inglês da Índia, assumiu o cargo.
1858 = Os Ingleses superaram a revolta dos Sampaios.
1858 = O governo inglês assumiu o controle da Índia.
Década de 1870 = O movimento de independência da Índia começou a crescer.
1885 = Foi criado o Congresso Nacional indiano.
1906 = Foi organizada a liga Muçulmana.
1920 = O mahatma Gandhi tornou-se líder do congresso Nacional indiano e iniciou um programa de desobediência pacífica aos ingleses.
1935 = O governo inglês elaborou uma nova constituição indiana, dando aos indianos maiores poderes políticos.
1940 = A liga mulçumana exigiu que se criasse na índia um país mulçumano á parte, o Pasaquistão.
1947 = A índia tornou-se independente em 15 de Agosto, um dia depois da criação do Pasaquistão. Iawahareal Nehru tornou-se o primeiro-ministro da Índia.
1947-1949 = Índia e Pasaquistão lutaram por Caximira.
1948 = O mahatma Grandhi foi assassinado.
1950 = A Índia tornou-se uma república.
1962 = Forças socialistas Chinesas invadiram a Índia e retiraram-se após haver ganho bastante terreno1964 = O primeiro-ministro Nehru morreu e foi sucedido por Lal Bahadur Shastri.
1965 = Índia e Pasaquistão lutaram em nova guerra na disputa por Caximira.
1966 = O primeiro-ministro Shastri morreu e Indera Gandhi, filha de Nehru, assumiu o cargo.
1971 = A índia aliou-se ao Pasaquistão Oriental na luta contra o Pasquistão Ocidental. O Pasaquistão Ocidental foi derrotado e o Pasaquiatão Oriental tornou-se uma nação indenpendente, com o nome de Bangledesh
1975 = O governo da Primeira-Ministra Indiana Gandhi começou a censura a imprensa e a prender muitos de seus opositores políticos. A justificativa dessas medidas era evitar desordens.
1977 = Índia Gandh e seu partido foram derrotados nas eleições parlamentares Moarji. Desai sucedeu-lhe como primeiro-ministro.
1980 = Com a vitória de seu partido, Indira Gandh voltou ao poder.
1984 = Índira Gondhi foi assassinado, e seu filho Rasiy Gandhi, assumiu o governo. Ele ganhou as eleições logo a seguir.